Por Edmar Assis e Danilo Moraes. Tecnologia do Blogger.

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11 rodadas da temporada 2019-20 já se passaram, e raramente se viu um equlíbrio tão grande na tabela da Championship. A diferença do atual líder West Bromwich, com 22 pontos, pro 10º colocado Charlton, com 18, é de apenas QUATRO PONTOS. Dez times separados por basicamente uma rodada, que fazem com que qualquer prognóstico nesse momento seja absolutamente inútil. Entre grandes vitórias de um lado e zebras passeando de um lado, o campeonato vai pegando ritmo... até a pausa pra data FIFA. Os times voltam, o campeonato empolga, muitos gols, boa audiência na TV... e outra pausa pra data FIFA. Embora estejam no calendário e sejam necessárias, as pausas para os jogos das seleções começam cada vez mais a irritar os treinadores, as emissoras de TV e principalmente os torcedores.

As datas FIFA estão presentes no calendário há muitos anos, e são necessárias principalmente na Europa, onde as seleções estão sempre disputando alguma coisa importante, sejam as eliminatórias pra Euro, para a Copa do Mundo ou mesmo para a recém-criada Nations League. Com um campeonato cada vez mais globalizado em relação a nacionalidade dos jogadores, invariavelmente os clubes que tem jogadores não ingleses (já que os ingleses das divisões inferiores nunca são lembrados) acabam tendo que ver boa parte de suas peças-chave indo pra sua seleção, e os treinadores passam essas duas semanas rezando para que todos voltem sem lesões.

Um bom exemplo é o Fulham: o seu melhor jogador e principal goleador também é o principal goleador da seleção da Sérvia, e o técnico Scott Parker só pode orar pra que Aleksandar Mitrovic volte inteiro pra temporada toda não ir pro saco. Temos outros exemplos em vários times, como Kamil Grosicki no Hull, Joe Allen no Stoke, Stuart Dallas no Leeds, entre vários outros. Sem contar que, como são competições oficiais, geralmente as seleções viajam vários quilômetros para jogos bastante duros. Um pesadelo para os técnicos.


Claro que existem diferentes tipos de incômodos. Na Championship o campeonato para e os times não são desfalcados diretamente, diferente da zona que é o futebol brasileiro, onde os times perdem seus craques para amistosos inúteis em países pouco relevantes para o futebol. Mas a parada de duas semanas é extremamente incômoda do ponto de vista do entretenimento, pois nada é pior que você estar empolgado com seu ou outro time, e ter que aguentar duas semanas sem vê-lo, e sem saber se ele voltará o mesmo após a volta.

Existe um problema ainda mais sério, que pode afetar diretamente esse quilíbrio já citado na tabela: o aperto do calendário inglês. A Championship tem 46 rodadas e mais 5 jogos de playoffs, que precisam ser apertados em 10 meses, juntamente com a Copa da Liga, a FA Cup e as datas FIFA. Além do mais, existe o fator clima, que se na última temporada não teve grande impacto, é algo bastante imprevisível. Se uma nevasca vier a assolar a Inglaterra, vários jogos podem ser adiados, causando um problemão e tanto de logística. Embora esse problema tende a ser diminuido pelo fracasso dos times da Championship na Copa da Liga, já que todos caíram fora antes das quartas de final.

Não existe possbilidade de simplesmente se acabar com as pausas, e por enquanto o pensamento de diminuir o numero de clubes na Championship de 24 para 22 está completamente descartada. A Copa da Liga parece ser "indestrutível" no calendário, e a FA Cup, a taça mais antiga do planeta, nunca vai mudar sua fórmula. No meio desse caos de datas, basta aos treinadores rezar pela saúde de seus jogadores, e aos torcedores engolirem as pausas. Haja saco!

Nome: Deepdale Stadium
Local: Preston
Construção: 1875
Inauguração:1878
Capacidade: 23,404


Não são muitos os clubes que seguem jogando no mesmo estádio desde a sua fundação. E essa é a relação do Preston com o Deepdale. usado pelos Lilywhites desde a sua fundação, o estádio é conhecido como o mais antigo do mundo a ser usado continuamente, embora essa marca ainda seja bastante contestada.

O estádio foi construído em 1875, no terreno onde existia uma fazenda chamada Deepdale (daí o nome do estádio). Como o futebol ainda não era tão popular na região, o estádio foi utilizado inicialmente pelos times de Críquete e Rugby. A partir de 1878, com o aumento da popularidade do futebol, o Preston começou a também usar o estádio.

Com o aumento do público (que chegava a uma média acima de 10 mil por jogo), o Preston começou a se preocupar com a ampliação da capacidade. Entre 1920 e 1930, duas grandes obras para a ampliação do estádio foram feitas. Em um desses, casos, um dos setores teve que ser reconstruído do zero, já que um grande incêndio destruiu o setor. Em 1938, a capacidade do Deepdale alcançava os 45000 lugares. E foi quando o Preston recebeu o seu maior público até hoje. 42,684 pessoas estiveram no estádio assistindo  ao jogo contra o Arsenal pela assistiram a Preston x Chelsea pela primeira divisão daquela temporada.


Pequenas reformas foram feitas nas próximas décadas até 1985, quando o clube tomou uma atitude polêmica. O Preston foi o primeiro a usar um gramado 100% artificial. Com as frequentes mudanças climáticas e a rápida deterioração do gramado natural, o que acarretava em adiamentos de alguns jogos, essa foi uma alternativa rápida de barata para resolver o problema. Porém, a idéia não foi bem aceita nem pelos clubes e nem por torcedores. Apenas Preston, Luton, Oldham e QPR usaram o gramado artificial. Apesar de tudo, os Lilywhites usaram o gramado artificial até 1994


A partir de 1995, foram iniciadas as reformas que transformaram o Deepdale no que ele é hoje em dia. E a grande inspiração foi o Luigi Ferraris, o estádio do Genoa. o clube investiu cerca de £6M durante 13 anos em uma reformulação total dos setores do estádio, o que ainda inclui uma estátua do seu jogador mais famoso, Sir Tom Finney
Está chegando a hora! Após muitos dias de férias, muitos jogos de seleções durante esse tempo, e muitas e muitas negociações no mercado, a nossa querida Championship está de volta para a temporada 2019/2020, a nossa DÉCIMA temporada juntos! Nas últimas semanas, deixamos vocês a par das expectativas de todos os 24 clubes, um por um, analisando as chegadas e saídas e prevendo o que será a temporada. Agora é hora de analisar outra coisa... A Championship é conhecida por ser um celeiro de jovens craques, e separamos 10 nomes, de 10 diferentes clubes, para acompanharem bem de perto durante todo o campeonato. São jogadores jovens e extremamente promissores, de quem com certeza ouviremos falar muito nos próximos anos. Fique de olho!


1: Ivan Sunjic (Birmingham) - A contratação mais cara feita por um time da Championship (quase 7 milhões de Libras) também é que a gente tem que ficar mais de olho. Ivan Sunjic, agora ex-capitão da seleção sub-21 da Croácia, é a maior esperança da base da atual vice-campeã do mundo. Com 22 anos, o meia defensivo tem ótima visão de jogo e habilidade, guardadas as devidas proporções lembrando seu compatriota Luka Modric quando chegou ao Tottenham. Bósnio de nascimento, Sunjic foi campeão croata pelo Dinamo Zagreb, e foi lá que chamou a atenção do Birmingham, que não poupou dinheiro para trazê-lo. A esperança é que Sunjic assuma a liderança técnica da equipe, que perdeu seu melhor jogador, Che Adams.


2: Jay Dasilva (Bristol City) - Com um sobrenome bem brasileiro mas com ascendência jamaicana, o lateral esquerdo Jay Dasilva tem tudo pra ser uma das grandes atrações dessa temporada. Revelado pelo Luton Town e depois comprado pelo Chelsea, Dasilva é titular da promissora seleção inglesa sub-21 e foi emprestado pelos Blues ao Bristol City na última temporada. Com a vantagem de jogar num time com DNA ofensivo, Dasilva foi muito bem e acabou sendo comprado nessa temporada em defintivo, e deve ser titular no lugar de Lloyd Kelly, vendido pelos Robins ao Bournemouth. Com muita velocidade pela esquerda, onde pode jogar na lateral e no meio, Dasilva tem muita resistência física, e sua polivalência é extremamente bem vista. Um dos bons jovens ingleses que surgiram nos últimos tempos.


3: João Carvalho (Nottingham Forest) - Só com 22 anos, o português João Carvalho já é uma realidade no futebol inglês. O meia chegou ao Forest em Junho de 2018, e logo de cara impressionou na pré-temporada, recebendo a missão de usar a camisa 10 do clube campeão europeu. Carvalho custos mais de 13 milhões aos cofres vindo do Benfica, e está fazendo valer o investimento - habilidoso, com boa visão de jogo e excelente passe, Carvalho foi o melhor jogador dos Reds na última temporada, inclusive com um jogo sensacional contra o Wednesday, onde meteu um golaço. Com mais reforços de qualidade ao seu lado, João Carvalho tem tudo pra ser um dos melhores jogadores na temporada. Olho no luso.


4: Bright Osayi-Samuel (QPR) - Um dos times que mais revela jovens na Championship tem que estar na lista, e Bright Osayi-Samuel é um menino pra se prestar MUITA atenção! Com 21 anos, o nigeriano natualizado inglês joga pela meia esquerda, e ainda não teve o espaço necessário pra mostrar seu potencial no elenco dos Hoops, mas isso deve mudar com a chegada de Mark Warburton, que gosta de trabalhar com jovens. Nos poucos momentos em campo, Osayi-Samuel mostrou a habilidade típica de um winger jovem e rápido, além de boa noção de espaço e muita força física. Com Ebere Eze pelo outro lado, o QPR deve ter muita habilidade e velocidade pelas pontas nessa temporada.


5: Juninho Bacuna (Huddersfield) - A participação do Huddersfield na Premier League passada foi uma tragédia, uma das piores da história. Poucos jogadores conseguiram de fato se destacar, e um deles foi Juninho Bacuna. O volante holandês de 21 anos acabou sendo lançado no fogo, e foi muito bem em alguns jogos na medida do possível, até marcando gols importantes. Jogando como meia central, Bacuna além de ser apenas um cão de guarda também faz bem a saída de jogo e tem bom chute, e deve ser titular no início da temporada, e num campeonato com um nível bem mais baixo em relação a primeira divisão, com certeza vai se destacar.


6: Josh Bowler (Hull): Um dos vários jovens do Everton distribuídos pelos campeonatos europeus afora, o winger Josh Bowler, de 20 anos, chega ao Hull emprestado durante a temporada, tentando "retomar" o futebol apresentado nos tempos de QPR, onde foi formado e acabou sendo comprado pelos Toffees em 2017. Conhecido por ter um chute potente e bem mirado com a perna esquerda, Bowler pode fazer um bom trio com Jarrod Bowen e Kamil Grosicki, se tiver espaço no 11 inicial do novo treinador, Grant McCann.


7: Sam Gallagher (Blackburn) - Pode não parecer, mas o atacante Sam Gallagher tem apenas 23 anos. Revelado na forte base do Southampton e lançado ainda extremamente jovem, Gallagher já esteve emprestado do Blackburn há duas temporadas e impressionou, tanto que os Rovers o trouxeram em definitivo para assumir o ataque. O atacante também já foi emprestado ao Birmingham, onde também foi bem, e resolveu deixar o Southampton em busca de mais chances, o que não deve faltar no Ewood Park. Embora falte um pouco de qualidade às vezes, Gallagher é fazedor de gols e pode muito bem estar na tábua dos artilheiros da Championship.


8: João Virginia (Reading) - Mais um da fortíssima seleção de base de Portugal na lista, e o único goleiro. Com apenas 19 anos, João Virginia é nome certo das seleções de base lusa, onde já foi campeão europeu sub-19 e sub-17. Revelado no Benfica, Virginia foi adquirido pelo Everton, e repassado por empréstimo nessa temporada ao Reading, que há tempos busca um goleiro que possa rejuvenescer a posição. Virginia chega pra ser titular absoluto, e terá a dura missão de jogar num time com uma zaga que não vem sendo das melhores. Melhor teste não há.


9: Luke Thomas (Barnsley) - Com um projeto ousado, patrocinado pelo bilionário dono chinês, o Barnsley quer alçar vôos grandes, e também pensa em contar com um time jovem. Um dos bons nomes é o do meia Luke Thomas, de 20 anos. Vindo do Derby, Thomas esteve emprestado para o Coventry na última League One e foi muito bem, chamando a atenção dos Tykes, inclusive marcando um golaço contra eles num empate or 2-2. Thomas era pretendido por outros clubes, muito pelo seu chute potente.


10: Marcus Browne (Middlesbrough) - Mais um meia na lista, Marcus Browne é formado na base do West Ham, uma das mais famosas do mundo, e na última temporada esteve emprestado ao Oxford United. Com 21 anos, Browne pode jogar tanto atrás da linha de atacantes como de winger pelos dois lados, que chamou a atenção do Middlesbrough, que precisa desesperadamente rejuvenescer o time, agora comandado por Jonathan Woodgate.






                                                                                       
Nome: Wigan Athletic Football Club
Apelido: The Latics
Estádio: DW Stadium
Presidente: Darren Royle
Técnico: Paul Cook
Última temporada: 18º (Championship)

CHEGAM: David Marshall (Hull, free); Antonee Robinson (Everton, £1,9 milhões); Lewis Macleod (Brentford, Free)

SAEM: Nick Powell (Stoke City, Free) James Vaughan (Bradford, Free); Shaun MacDonald (Rotherham, Free); Callum McManaman (Luton Town, Free); Jamie Walker (Heart of Midlothian FC, Free); Devante Cole (Motherwell FC, empréstimo); Dan Lavercombe, Jonas Olsson, Darron Gibson (dispensados

O Wigan começou a temporada 18/19 com um objetivo claro: não voltar pra League One, onde conseguiu o acesso com uma grande campanha. E a verdade que as coisas começaram bem melhores que o esperado. Foram 5 vitórias nos primeiros 9 jogos, fazendo muitos se perguntarem se os Latics poderiam ser uma surpresa na luta pelo top-6. E a resposta foi não. Uma grande sequência negativa fez o time beirar à zona de rebaixamento. Mas uma boa sequência na reta final fez o time terminar a temporada em uma zona segura.

Pra essa temporada, o prognóstico inicial não é lá muito animador. O time deu uma enxugada no elenco, mas perdeu jogadores essenciais na parte criativa nesse processo. Por exemplo, Nick Powell foi para o Stoke e Reece James retornou ao Chelsea. Nas contratações, chegaram o experiente goleiro David Marshall, o meia Lewis MacLeod e o lateral Antonee Robinson, que após boa temporada, foi contratado em definitivo.


O Wigan foi o time de dois opostos. Jogando fora de casa, foi um dos piores times da temporada. Em casa, só não perdeu menos que o Derby. Mantendo esse padrão, é possível crer em uma temporada segura fora da zona de rebaixamento. Mas com a falta de reforços, é possível que os Latics estejam mais próximos da zona de rebaixamento do que na última temporada


Provável time (4-2-3-1) Marshall; Byrne, Kipré, Dunkley, Robinson; Morsy, MacLeod; Naismith, Windass, Pilkington; Garner

Previsão Championship Brasil: Luta contra o rebaixamento

Preview da temporada - Wigan


Nome: West Bromwich Albion Football Club
Apelido: The Baggies
Estádio: The Hawthorns
Presidente: Lai Guochuan
Técnico: Slaven Bilic
Última temporada: 4° (Championship)

CHEGAM: Filip Krovinovic (Benfica, empréstimo); Kenneth Zohore (Cardiff, £8.00 milhões); Semi Ajayi (Rotherham, £1.50 milhão); Darnell Furlong (QPR, £1.50 milhão); Romaine Sawyers (Brentford, £3.00 milhões); Oliver Burke (Celtic, voltando de empréstimo);

SAEM: Jay Rodriguez (Burnley, £10.00 milhões); Craig Dawson (Watford, £5.5 milhões); Salomón Rondón (Dalian Yifang, £16.5 milhões); Alex Palmer (Plymouth, empréstimo); Allan Nyom (Getafe, valor não revelado); Dwight Gayle (Newcastle, voltando de empréstimo); Boaz Myhill, Gareth Barry, James Morrison, Tyrone Mears e Wes Hoolahan (dispensados);

Após uma agoniante temporada na Premier League, o West Bromwich Albion retornou à Championship temporada passada claramente pensando em um retorno imediato. Uma equipe recheada de experientes jogadores e que tinha o ataque como principal força - os artilheiros Dwight Gayle e Jay Rodriguez.  Tudo parecia correr bem, equipe brigando no topo da tabela (como esperado) com uma dupla de ataque quase imparável. Até que, no dia 9 de março, todos foram pegos de surpresa: o técnico Darren Moore, responsável pela redenção do WBA na transição PL-Championship, foi demitido. A decisão foi tomada pois a diretoria achava que Moore não correspondia a forma e os resultados desejados (brigar pelo título).

Sem Moore, o interino James Shan assumiu por um tempo até ser efetivado até o fim da temporada. Os Baggies, sob o comando de Shan, conseguiram se manter nos playoffs, onde pegaram o rival Aston Villa nas semifinais. Na primeira partida, o Villa conseguiu uma boa vitória por 2 a 1 e ainda viu Gayle ser expulso no WBA, o que com certeza dificultaria ainda mais o West Bromwich. Na segunda partida, os Baggies conseguiram uma grande vitória por 1 a 0 que no fim acabou levando para os pênaltis. O West Bromwich acabou sendo derrotado para o Aston Villa por 4 a 3 e se garantiu mais um ano na Championship.


Para a nova temporada, o West Brom decidiu não continuar com Shan e anunciou Slaven Bilic, ex-West Ham, como seu mais novo técnico. O croata chega com a clara missão de levar os Baggies de volta à Premier League. Para isso, o WBA atacou o mercado. O jovem meia Filip Krovinovic chega por empréstimo do Benfica como uma boa aposta. Kenneth Zohore chega do Cardiff para tentar suprir a saída de Jay Rodriguez, vendido ao Burnley. Os Baggies também adquiriram os ótimos Semi Ajayi, Darnell Furlong e Romaine Sawyers. Quanto as saídas, a mais sentida por enquanto será a do artilheiro Dwight Gayle, que junto com Rodriguez formavam uma dupla de ataque letal. As saídas de veteranos como Gareth Barry e Wes Hoolahan não farão falta.

Os Baggies continuam como favoritos para o acesso. O elenco é forte, mas precisa de mais se quiserem regularidade ao decorrer da temporada. A Championship é um campeonato longo e disputado, ter um elenco com várias boas peças é importantíssimo.

Provável time para a temporada (4-5-1): Johnstone; Furlong, Hegazy, Bartley, Gibbs; Ajayi, Livermore, Krovinovic, Sawyers, Phillips; Zohore.

Previsão Championship Brasil: Briga por playoffs

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Nome: Swansea City Association Football Club
Apelido: The Swans
Estádio: Liberty Stadium
Presidente: Jason Levien e Steve Kaplan
Técnico: Steve Cooper
Última temporada: 10º (Championship)


CHEGAM: Borja Bastón (Alavés, retorno de empréstimo); André Ayew (Fenerbahce, retorno de empréstimo); Jake Bidwell (QPR, free), Ben Wilmot (Watford, empréstimo), Tom Carroll (Aston Villa, retorno de empréstimo)

SAEM: Daniel James (Manchester United, £15m), Jordan Ayew (Crystal Palace, £2.5m), Leroy Fer (Feyenoord, free); Carter-Vickers (Tottenham, retorno de empréstimo), Narsingh (Feyenoord, free)

O Swansea não conseguiu o retorno imediato para a Premier League após sua queda e esse fato fez com que as finanças do clube ficassem bastante apertadas. Os donos americanos sofrem duras críticas dos torcedores pelo rebaixamento e a percepção da falta de investimento no clube.

A tentativa de não perder seus principais jogadores segue difícil. O Manchester United levou Daniel James, um dos destaques da equipe na última temporada, e o clube tenta resistir as ofertas por Oliver McBurnie, artilheiro da equipe.


A saída inevitável do treinador Graham Potter, que se mudou para o Brighton, fez com que o clube trouxesse Steve Cooper, de 39 anos, que treinou seleções de base da Inglaterra. O novo técnico contará principalmente com o retorno de jogadores emprestados para fortalecer sua equipe.

Na defesa, a única saída sentida é do zagueiro Carter-Vickers, que retornou ao Tottenham, mas o jovem Joe Rodon, é considerado um substituto à altura. O principal reforço para o setor defensivo é o lateral Jake Bidwell, que chegou do QPR.

Na parte ofensiva, a equipe conta com força física de Jay Fulton para ligação defesa-ataque, além da criatividade de Bersant Celina e a velocidade de Nathan Dyer. Os atacantes André Ayew e Borja Bastón retornaram de empréstimos. O mesmo aconteceu com Jordan Ayew, mas foi negociado em definitivo com o Crystal Palace.

Com seis vitórias em seis jogos, a pré-temporada foi animadora para o clube galês. A esperança é uma vaga nos playoffs, especialmente pela infra-estrutura e apoio da fanática torcida no Liberty Stadium, mas sabem que terão um novo processo com um jovem treinador e um orçamento mais limitado.

Provável time-base (4-2-3-1): Nordfeldt; Roberts, van der Hoorn, Rodon, Bidwell; Fulton, Grimes; Dyer, Celina, Ayew; McBurnie.

Previsão Championship Brasil: Meio de tabela




Preview da temporada - Swansea


Nome: Stoke City Football Club
Apelido: The Potters
Estádio: Bet365 Stadium
Presidente: Peter Coates
Técnico: Nathan Jones
Última temporada: 16º (Championship)


CHEGAM: Liam Lindsay (Barnsley, £2,25 milhões); Adam Davies (Barnsley, Free); Nick Powell (Wigan, Free); Stephen Ward (Burnley, Free); Jordan Cousins (QPR, Free); Lee Gregory (Millwall, Free); Giannelli Imbula (Rayo Vallecano, voltando de empréstimo); Badou Ndiaye (Galatasaray, voltando de empréstimo); Kevin Wimmer (Hannover 96, voltando de empréstimo); Tommy Smith (Huddersfield, £4.1 milhões)


SAEM: Jakob Haaugard, Darren Fletcher, Charlie Adam (dispensados); Erik Pieters (Burnley, valor não revelado); Peter Crouch (aposentadoria); Josh Tymon (Farmalicão, empréstimo); Harry Souttar (Fleetwood, empréstimo); Geoff Cameron (QPR, Free);

A maior decepção de 18-19 foi o Stoke. Rebaixado um ano antes, os Potters fizeram boas contratações no papel, tinham em Gary Rowett um nome forte e experiente, e dinheiro em caixa por causa dos parachute payments da Premier League. Mas tudo foi um fracasso monumental. Com um futebol horroroso e pouquíssima vontade, o Stoke passou todo primeiro turno próximo da zona de rebaixamento. Logo no início de Janeiro, Rowett foi demitido, e Nathan Jones, autor de milagres no Luton Town foi contratado. Enquanto o Luton continuou bem sem Jones, o Stoke continuou mal, mesmo com Jones. A 16º posição foi vergonhosa, a torcida quase não compareceu ao Bet365 Stadium, e o futuro parece ser negro.

Pra surpresa de ninguém, o Stoke é um dos times que mais movimentou a janela, e fez uma bela de uma revolução no elenco. Começando pelas saídas pra depois falar das inúmeras chegadas, os medalhões Darren Fletcher e Charlie Adam foram dispensados. Erik Pieters foi uma perda grande ao ir pro Burnley, Geoff Cameron saiu de graça pro QPR, e Peter Crouch foi aproveitar a aposentadoria no Twitter e na praia.


Logo de cara, o Stoke foi ao Barnsley trazer dois jogadores: o goleiro Adam Davies, de excelente League One, chega pro gol, o que deixa claro que Jack Butland enfim deve ser vendido (embora não exista nenhuma especulação mais forte). O zagueiro Liam Lindsay, talvez o melhor nome dos Tykes, chega pra assumir a titularidade na zaga, já que Ryan Shawcross machucou-se de forma feia na pré-temporada. Nick Powell e Lee Gregory chegam pra tentar ajudar o péssimo ataque dos Potters, de graça, assim como o defensor Stephen Ward, também seu custos, e como o meia Jordan Cousins, dispensado do QPR; a contratação mais cara é a do lateral direito Tommy Smith vindo do Huddersfield por quase 5 milhões de libras.

O que mais assustou no Stoke foi a falta de vontade e de gana. Tudo bem que a estadia na Premier League foi longa e de sucesso, mas em certos momentos da última temporada a gente nem lembrava que o Stoke era um dos 24 clubes da Championship, de tanto que o time passou despercebido. O elenco ainda é um dos melhores do campeonato, e é difícil prever o que o competente treinador Nathan Jones pode arrancar de seus jogadores. Se otime quiser jogar bola, deve brigar por playoffs. Se não...

Provável time para a temporada (4-4-1-1): Davies; Smith, Lindsay, Batth, Martins Indi; Etebo, Allen, Clucas, Ince; Bojan; Afobe.

Previsão Championship Brasil: Meio da tabela


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