Por Edmar Assis e Danilo Moraes. Tecnologia do Blogger.

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Nome: Deepdale Stadium
Local: Preston
Construção: 1875
Inauguração:1878
Capacidade: 23,404


Não são muitos os clubes que seguem jogando no mesmo estádio desde a sua fundação. E essa é a relação do Preston com o Deepdale. usado pelos Lilywhites desde a sua fundação, o estádio é conhecido como o mais antigo do mundo a ser usado continuamente, embora essa marca ainda seja bastante contestada.

O estádio foi construído em 1875, no terreno onde existia uma fazenda chamada Deepdale (daí o nome do estádio). Como o futebol ainda não era tão popular na região, o estádio foi utilizado inicialmente pelos times de Críquete e Rugby. A partir de 1878, com o aumento da popularidade do futebol, o Preston começou a também usar o estádio.

Com o aumento do público (que chegava a uma média acima de 10 mil por jogo), o Preston começou a se preocupar com a ampliação da capacidade. Entre 1920 e 1930, duas grandes obras para a ampliação do estádio foram feitas. Em um desses, casos, um dos setores teve que ser reconstruído do zero, já que um grande incêndio destruiu o setor. Em 1938, a capacidade do Deepdale alcançava os 45000 lugares. E foi quando o Preston recebeu o seu maior público até hoje. 42,684 pessoas estiveram no estádio assistindo  ao jogo contra o Arsenal pela assistiram a Preston x Chelsea pela primeira divisão daquela temporada.


Pequenas reformas foram feitas nas próximas décadas até 1985, quando o clube tomou uma atitude polêmica. O Preston foi o primeiro a usar um gramado 100% artificial. Com as frequentes mudanças climáticas e a rápida deterioração do gramado natural, o que acarretava em adiamentos de alguns jogos, essa foi uma alternativa rápida de barata para resolver o problema. Porém, a idéia não foi bem aceita nem pelos clubes e nem por torcedores. Apenas Preston, Luton, Oldham e QPR usaram o gramado artificial. Apesar de tudo, os Lilywhites usaram o gramado artificial até 1994


A partir de 1995, foram iniciadas as reformas que transformaram o Deepdale no que ele é hoje em dia. E a grande inspiração foi o Luigi Ferraris, o estádio do Genoa. o clube investiu cerca de £6M durante 13 anos em uma reformulação total dos setores do estádio, o que ainda inclui uma estátua do seu jogador mais famoso, Sir Tom Finney
Está chegando a hora! Após muitos dias de férias, muitos jogos de seleções durante esse tempo, e muitas e muitas negociações no mercado, a nossa querida Championship está de volta para a temporada 2019/2020, a nossa DÉCIMA temporada juntos! Nas últimas semanas, deixamos vocês a par das expectativas de todos os 24 clubes, um por um, analisando as chegadas e saídas e prevendo o que será a temporada. Agora é hora de analisar outra coisa... A Championship é conhecida por ser um celeiro de jovens craques, e separamos 10 nomes, de 10 diferentes clubes, para acompanharem bem de perto durante todo o campeonato. São jogadores jovens e extremamente promissores, de quem com certeza ouviremos falar muito nos próximos anos. Fique de olho!


1: Ivan Sunjic (Birmingham) - A contratação mais cara feita por um time da Championship (quase 7 milhões de Libras) também é que a gente tem que ficar mais de olho. Ivan Sunjic, agora ex-capitão da seleção sub-21 da Croácia, é a maior esperança da base da atual vice-campeã do mundo. Com 22 anos, o meia defensivo tem ótima visão de jogo e habilidade, guardadas as devidas proporções lembrando seu compatriota Luka Modric quando chegou ao Tottenham. Bósnio de nascimento, Sunjic foi campeão croata pelo Dinamo Zagreb, e foi lá que chamou a atenção do Birmingham, que não poupou dinheiro para trazê-lo. A esperança é que Sunjic assuma a liderança técnica da equipe, que perdeu seu melhor jogador, Che Adams.


2: Jay Dasilva (Bristol City) - Com um sobrenome bem brasileiro mas com ascendência jamaicana, o lateral esquerdo Jay Dasilva tem tudo pra ser uma das grandes atrações dessa temporada. Revelado pelo Luton Town e depois comprado pelo Chelsea, Dasilva é titular da promissora seleção inglesa sub-21 e foi emprestado pelos Blues ao Bristol City na última temporada. Com a vantagem de jogar num time com DNA ofensivo, Dasilva foi muito bem e acabou sendo comprado nessa temporada em defintivo, e deve ser titular no lugar de Lloyd Kelly, vendido pelos Robins ao Bournemouth. Com muita velocidade pela esquerda, onde pode jogar na lateral e no meio, Dasilva tem muita resistência física, e sua polivalência é extremamente bem vista. Um dos bons jovens ingleses que surgiram nos últimos tempos.


3: João Carvalho (Nottingham Forest) - Só com 22 anos, o português João Carvalho já é uma realidade no futebol inglês. O meia chegou ao Forest em Junho de 2018, e logo de cara impressionou na pré-temporada, recebendo a missão de usar a camisa 10 do clube campeão europeu. Carvalho custos mais de 13 milhões aos cofres vindo do Benfica, e está fazendo valer o investimento - habilidoso, com boa visão de jogo e excelente passe, Carvalho foi o melhor jogador dos Reds na última temporada, inclusive com um jogo sensacional contra o Wednesday, onde meteu um golaço. Com mais reforços de qualidade ao seu lado, João Carvalho tem tudo pra ser um dos melhores jogadores na temporada. Olho no luso.


4: Bright Osayi-Samuel (QPR) - Um dos times que mais revela jovens na Championship tem que estar na lista, e Bright Osayi-Samuel é um menino pra se prestar MUITA atenção! Com 21 anos, o nigeriano natualizado inglês joga pela meia esquerda, e ainda não teve o espaço necessário pra mostrar seu potencial no elenco dos Hoops, mas isso deve mudar com a chegada de Mark Warburton, que gosta de trabalhar com jovens. Nos poucos momentos em campo, Osayi-Samuel mostrou a habilidade típica de um winger jovem e rápido, além de boa noção de espaço e muita força física. Com Ebere Eze pelo outro lado, o QPR deve ter muita habilidade e velocidade pelas pontas nessa temporada.


5: Juninho Bacuna (Huddersfield) - A participação do Huddersfield na Premier League passada foi uma tragédia, uma das piores da história. Poucos jogadores conseguiram de fato se destacar, e um deles foi Juninho Bacuna. O volante holandês de 21 anos acabou sendo lançado no fogo, e foi muito bem em alguns jogos na medida do possível, até marcando gols importantes. Jogando como meia central, Bacuna além de ser apenas um cão de guarda também faz bem a saída de jogo e tem bom chute, e deve ser titular no início da temporada, e num campeonato com um nível bem mais baixo em relação a primeira divisão, com certeza vai se destacar.


6: Josh Bowler (Hull): Um dos vários jovens do Everton distribuídos pelos campeonatos europeus afora, o winger Josh Bowler, de 20 anos, chega ao Hull emprestado durante a temporada, tentando "retomar" o futebol apresentado nos tempos de QPR, onde foi formado e acabou sendo comprado pelos Toffees em 2017. Conhecido por ter um chute potente e bem mirado com a perna esquerda, Bowler pode fazer um bom trio com Jarrod Bowen e Kamil Grosicki, se tiver espaço no 11 inicial do novo treinador, Grant McCann.


7: Sam Gallagher (Blackburn) - Pode não parecer, mas o atacante Sam Gallagher tem apenas 23 anos. Revelado na forte base do Southampton e lançado ainda extremamente jovem, Gallagher já esteve emprestado do Blackburn há duas temporadas e impressionou, tanto que os Rovers o trouxeram em definitivo para assumir o ataque. O atacante também já foi emprestado ao Birmingham, onde também foi bem, e resolveu deixar o Southampton em busca de mais chances, o que não deve faltar no Ewood Park. Embora falte um pouco de qualidade às vezes, Gallagher é fazedor de gols e pode muito bem estar na tábua dos artilheiros da Championship.


8: João Virginia (Reading) - Mais um da fortíssima seleção de base de Portugal na lista, e o único goleiro. Com apenas 19 anos, João Virginia é nome certo das seleções de base lusa, onde já foi campeão europeu sub-19 e sub-17. Revelado no Benfica, Virginia foi adquirido pelo Everton, e repassado por empréstimo nessa temporada ao Reading, que há tempos busca um goleiro que possa rejuvenescer a posição. Virginia chega pra ser titular absoluto, e terá a dura missão de jogar num time com uma zaga que não vem sendo das melhores. Melhor teste não há.


9: Luke Thomas (Barnsley) - Com um projeto ousado, patrocinado pelo bilionário dono chinês, o Barnsley quer alçar vôos grandes, e também pensa em contar com um time jovem. Um dos bons nomes é o do meia Luke Thomas, de 20 anos. Vindo do Derby, Thomas esteve emprestado para o Coventry na última League One e foi muito bem, chamando a atenção dos Tykes, inclusive marcando um golaço contra eles num empate or 2-2. Thomas era pretendido por outros clubes, muito pelo seu chute potente.


10: Marcus Browne (Middlesbrough) - Mais um meia na lista, Marcus Browne é formado na base do West Ham, uma das mais famosas do mundo, e na última temporada esteve emprestado ao Oxford United. Com 21 anos, Browne pode jogar tanto atrás da linha de atacantes como de winger pelos dois lados, que chamou a atenção do Middlesbrough, que precisa desesperadamente rejuvenescer o time, agora comandado por Jonathan Woodgate.






                                                                                       
Nome: Wigan Athletic Football Club
Apelido: The Latics
Estádio: DW Stadium
Presidente: Darren Royle
Técnico: Paul Cook
Última temporada: 18º (Championship)

CHEGAM: David Marshall (Hull, free); Antonee Robinson (Everton, £1,9 milhões); Lewis Macleod (Brentford, Free)

SAEM: Nick Powell (Stoke City, Free) James Vaughan (Bradford, Free); Shaun MacDonald (Rotherham, Free); Callum McManaman (Luton Town, Free); Jamie Walker (Heart of Midlothian FC, Free); Devante Cole (Motherwell FC, empréstimo); Dan Lavercombe, Jonas Olsson, Darron Gibson (dispensados

O Wigan começou a temporada 18/19 com um objetivo claro: não voltar pra League One, onde conseguiu o acesso com uma grande campanha. E a verdade que as coisas começaram bem melhores que o esperado. Foram 5 vitórias nos primeiros 9 jogos, fazendo muitos se perguntarem se os Latics poderiam ser uma surpresa na luta pelo top-6. E a resposta foi não. Uma grande sequência negativa fez o time beirar à zona de rebaixamento. Mas uma boa sequência na reta final fez o time terminar a temporada em uma zona segura.

Pra essa temporada, o prognóstico inicial não é lá muito animador. O time deu uma enxugada no elenco, mas perdeu jogadores essenciais na parte criativa nesse processo. Por exemplo, Nick Powell foi para o Stoke e Reece James retornou ao Chelsea. Nas contratações, chegaram o experiente goleiro David Marshall, o meia Lewis MacLeod e o lateral Antonee Robinson, que após boa temporada, foi contratado em definitivo.


O Wigan foi o time de dois opostos. Jogando fora de casa, foi um dos piores times da temporada. Em casa, só não perdeu menos que o Derby. Mantendo esse padrão, é possível crer em uma temporada segura fora da zona de rebaixamento. Mas com a falta de reforços, é possível que os Latics estejam mais próximos da zona de rebaixamento do que na última temporada


Provável time (4-2-3-1) Marshall; Byrne, Kipré, Dunkley, Robinson; Morsy, MacLeod; Naismith, Windass, Pilkington; Garner

Previsão Championship Brasil: Luta contra o rebaixamento

Preview da temporada - Wigan


Nome: West Bromwich Albion Football Club
Apelido: The Baggies
Estádio: The Hawthorns
Presidente: Lai Guochuan
Técnico: Slaven Bilic
Última temporada: 4° (Championship)

CHEGAM: Filip Krovinovic (Benfica, empréstimo); Kenneth Zohore (Cardiff, £8.00 milhões); Semi Ajayi (Rotherham, £1.50 milhão); Darnell Furlong (QPR, £1.50 milhão); Romaine Sawyers (Brentford, £3.00 milhões); Oliver Burke (Celtic, voltando de empréstimo);

SAEM: Jay Rodriguez (Burnley, £10.00 milhões); Craig Dawson (Watford, £5.5 milhões); Salomón Rondón (Dalian Yifang, £16.5 milhões); Alex Palmer (Plymouth, empréstimo); Allan Nyom (Getafe, valor não revelado); Dwight Gayle (Newcastle, voltando de empréstimo); Boaz Myhill, Gareth Barry, James Morrison, Tyrone Mears e Wes Hoolahan (dispensados);

Após uma agoniante temporada na Premier League, o West Bromwich Albion retornou à Championship temporada passada claramente pensando em um retorno imediato. Uma equipe recheada de experientes jogadores e que tinha o ataque como principal força - os artilheiros Dwight Gayle e Jay Rodriguez.  Tudo parecia correr bem, equipe brigando no topo da tabela (como esperado) com uma dupla de ataque quase imparável. Até que, no dia 9 de março, todos foram pegos de surpresa: o técnico Darren Moore, responsável pela redenção do WBA na transição PL-Championship, foi demitido. A decisão foi tomada pois a diretoria achava que Moore não correspondia a forma e os resultados desejados (brigar pelo título).

Sem Moore, o interino James Shan assumiu por um tempo até ser efetivado até o fim da temporada. Os Baggies, sob o comando de Shan, conseguiram se manter nos playoffs, onde pegaram o rival Aston Villa nas semifinais. Na primeira partida, o Villa conseguiu uma boa vitória por 2 a 1 e ainda viu Gayle ser expulso no WBA, o que com certeza dificultaria ainda mais o West Bromwich. Na segunda partida, os Baggies conseguiram uma grande vitória por 1 a 0 que no fim acabou levando para os pênaltis. O West Bromwich acabou sendo derrotado para o Aston Villa por 4 a 3 e se garantiu mais um ano na Championship.


Para a nova temporada, o West Brom decidiu não continuar com Shan e anunciou Slaven Bilic, ex-West Ham, como seu mais novo técnico. O croata chega com a clara missão de levar os Baggies de volta à Premier League. Para isso, o WBA atacou o mercado. O jovem meia Filip Krovinovic chega por empréstimo do Benfica como uma boa aposta. Kenneth Zohore chega do Cardiff para tentar suprir a saída de Jay Rodriguez, vendido ao Burnley. Os Baggies também adquiriram os ótimos Semi Ajayi, Darnell Furlong e Romaine Sawyers. Quanto as saídas, a mais sentida por enquanto será a do artilheiro Dwight Gayle, que junto com Rodriguez formavam uma dupla de ataque letal. As saídas de veteranos como Gareth Barry e Wes Hoolahan não farão falta.

Os Baggies continuam como favoritos para o acesso. O elenco é forte, mas precisa de mais se quiserem regularidade ao decorrer da temporada. A Championship é um campeonato longo e disputado, ter um elenco com várias boas peças é importantíssimo.

Provável time para a temporada (4-5-1): Johnstone; Furlong, Hegazy, Bartley, Gibbs; Ajayi, Livermore, Krovinovic, Sawyers, Phillips; Zohore.

Previsão Championship Brasil: Briga por playoffs

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Nome: Swansea City Association Football Club
Apelido: The Swans
Estádio: Liberty Stadium
Presidente: Jason Levien e Steve Kaplan
Técnico: Steve Cooper
Última temporada: 10º (Championship)


CHEGAM: Borja Bastón (Alavés, retorno de empréstimo); André Ayew (Fenerbahce, retorno de empréstimo); Jake Bidwell (QPR, free), Ben Wilmot (Watford, empréstimo), Tom Carroll (Aston Villa, retorno de empréstimo)

SAEM: Daniel James (Manchester United, £15m), Jordan Ayew (Crystal Palace, £2.5m), Leroy Fer (Feyenoord, free); Carter-Vickers (Tottenham, retorno de empréstimo), Narsingh (Feyenoord, free)

O Swansea não conseguiu o retorno imediato para a Premier League após sua queda e esse fato fez com que as finanças do clube ficassem bastante apertadas. Os donos americanos sofrem duras críticas dos torcedores pelo rebaixamento e a percepção da falta de investimento no clube.

A tentativa de não perder seus principais jogadores segue difícil. O Manchester United levou Daniel James, um dos destaques da equipe na última temporada, e o clube tenta resistir as ofertas por Oliver McBurnie, artilheiro da equipe.


A saída inevitável do treinador Graham Potter, que se mudou para o Brighton, fez com que o clube trouxesse Steve Cooper, de 39 anos, que treinou seleções de base da Inglaterra. O novo técnico contará principalmente com o retorno de jogadores emprestados para fortalecer sua equipe.

Na defesa, a única saída sentida é do zagueiro Carter-Vickers, que retornou ao Tottenham, mas o jovem Joe Rodon, é considerado um substituto à altura. O principal reforço para o setor defensivo é o lateral Jake Bidwell, que chegou do QPR.

Na parte ofensiva, a equipe conta com força física de Jay Fulton para ligação defesa-ataque, além da criatividade de Bersant Celina e a velocidade de Nathan Dyer. Os atacantes André Ayew e Borja Bastón retornaram de empréstimos. O mesmo aconteceu com Jordan Ayew, mas foi negociado em definitivo com o Crystal Palace.

Com seis vitórias em seis jogos, a pré-temporada foi animadora para o clube galês. A esperança é uma vaga nos playoffs, especialmente pela infra-estrutura e apoio da fanática torcida no Liberty Stadium, mas sabem que terão um novo processo com um jovem treinador e um orçamento mais limitado.

Provável time-base (4-2-3-1): Nordfeldt; Roberts, van der Hoorn, Rodon, Bidwell; Fulton, Grimes; Dyer, Celina, Ayew; McBurnie.

Previsão Championship Brasil: Meio de tabela




Preview da temporada - Swansea


Nome: Stoke City Football Club
Apelido: The Potters
Estádio: Bet365 Stadium
Presidente: Peter Coates
Técnico: Nathan Jones
Última temporada: 16º (Championship)


CHEGAM: Liam Lindsay (Barnsley, £2,25 milhões); Adam Davies (Barnsley, Free); Nick Powell (Wigan, Free); Stephen Ward (Burnley, Free); Jordan Cousins (QPR, Free); Lee Gregory (Millwall, Free); Giannelli Imbula (Rayo Vallecano, voltando de empréstimo); Badou Ndiaye (Galatasaray, voltando de empréstimo); Kevin Wimmer (Hannover 96, voltando de empréstimo); Tommy Smith (Huddersfield, £4.1 milhões)


SAEM: Jakob Haaugard, Darren Fletcher, Charlie Adam (dispensados); Erik Pieters (Burnley, valor não revelado); Peter Crouch (aposentadoria); Josh Tymon (Farmalicão, empréstimo); Harry Souttar (Fleetwood, empréstimo); Geoff Cameron (QPR, Free);

A maior decepção de 18-19 foi o Stoke. Rebaixado um ano antes, os Potters fizeram boas contratações no papel, tinham em Gary Rowett um nome forte e experiente, e dinheiro em caixa por causa dos parachute payments da Premier League. Mas tudo foi um fracasso monumental. Com um futebol horroroso e pouquíssima vontade, o Stoke passou todo primeiro turno próximo da zona de rebaixamento. Logo no início de Janeiro, Rowett foi demitido, e Nathan Jones, autor de milagres no Luton Town foi contratado. Enquanto o Luton continuou bem sem Jones, o Stoke continuou mal, mesmo com Jones. A 16º posição foi vergonhosa, a torcida quase não compareceu ao Bet365 Stadium, e o futuro parece ser negro.

Pra surpresa de ninguém, o Stoke é um dos times que mais movimentou a janela, e fez uma bela de uma revolução no elenco. Começando pelas saídas pra depois falar das inúmeras chegadas, os medalhões Darren Fletcher e Charlie Adam foram dispensados. Erik Pieters foi uma perda grande ao ir pro Burnley, Geoff Cameron saiu de graça pro QPR, e Peter Crouch foi aproveitar a aposentadoria no Twitter e na praia.


Logo de cara, o Stoke foi ao Barnsley trazer dois jogadores: o goleiro Adam Davies, de excelente League One, chega pro gol, o que deixa claro que Jack Butland enfim deve ser vendido (embora não exista nenhuma especulação mais forte). O zagueiro Liam Lindsay, talvez o melhor nome dos Tykes, chega pra assumir a titularidade na zaga, já que Ryan Shawcross machucou-se de forma feia na pré-temporada. Nick Powell e Lee Gregory chegam pra tentar ajudar o péssimo ataque dos Potters, de graça, assim como o defensor Stephen Ward, também seu custos, e como o meia Jordan Cousins, dispensado do QPR; a contratação mais cara é a do lateral direito Tommy Smith vindo do Huddersfield por quase 5 milhões de libras.

O que mais assustou no Stoke foi a falta de vontade e de gana. Tudo bem que a estadia na Premier League foi longa e de sucesso, mas em certos momentos da última temporada a gente nem lembrava que o Stoke era um dos 24 clubes da Championship, de tanto que o time passou despercebido. O elenco ainda é um dos melhores do campeonato, e é difícil prever o que o competente treinador Nathan Jones pode arrancar de seus jogadores. Se otime quiser jogar bola, deve brigar por playoffs. Se não...

Provável time para a temporada (4-4-1-1): Davies; Smith, Lindsay, Batth, Martins Indi; Etebo, Allen, Clucas, Ince; Bojan; Afobe.

Previsão Championship Brasil: Meio da tabela


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Nome: Sheffield Wednesday Football Club
Apelido: The Owls
Estádio: Hillsborough
Presidente: Dejphon Chansiri
Treinador: Sem técnico
Última temporada: 12º (Championship)

CHEGAM: Julian Börner (Arminia Bielefeld, Free); Moses Odubajo (Brenford, Free); Kadeem Harris (Cardiff, Free)

SAEM: Daniel Pudil (Mladá Boleslav, Free); Connor O'Grady, Marco Matias, Frederik Fisker Nielsen, Almen Abdi, Gary Hooper, George Boyd, David Jones (dispensados);

Turbulência, pressão, problemas. Parece um roteiro de filme de drama de aviação, mas é o resumo do Sheffield Wednesday na última temporada e no início da nova que se aproxima. O time fez um primeiro turno muito ruim, que culminou na demissão do técnico Jos Luhukay, deixando o time na 18ª posição à época. Com sérios problemas relativos às regras de Rentabilidade e Sustentabilidade da EFL (Fair Play Financeiro), o clube não conseguiu grandes contratações, e acabou chamando o experiente Steve Bruce para o lugar de Luhukay. Praticamente "chutado" do Aston Villa pouco antes, Bruce fez um bom trabalho na medida do possível e deixou os Owls em 12º. Mas ver o acesso do grande rival United antes do próprio Wednesday, que tantou tentou, foi um tremendo baque na torcida.

Para o início dessa temporada, tudo estava mais ou menos certo: a confiança em Bruce, especialista em acessos, era grande, e a esperança nas aquisições de free agents também. Mas aí veio o (estranho) interesse do Newcastle em Steve Bruce, e o treinador abandonou o barco para ir aos Magpies, o que deixou a direção furiosa, pois um acordo financeiro ainda não tinha sido acertado (uma história que ainda vai dar o que falar). O Wednesday, a uma semana do início da tremporada, não tem um treinador e basicamente iniciou sua preparação no caos. Um novo técnico deve ser anunciado essa semana, mas ainda não se sabe quem.


Sem técnico e sem dinheiro, o Wednesday fez 3 contratações, todas free: chegam o zagueiro Julian Börner vindo da Alemanha, o lateral Moses Odubajo vindo do Brentford após uma temporada bem fraca, e o winger Kadeem Harris, dispensado do Cardiff. Figuras carimbadas do elenco foram embora após anos de bons serviços prestados, casos de Daniel Pudil, Marco Matia, Almen Abdi, Gary Hooper, George Boyd e David Jones, todos dispensados. O elenco não é dos maiores e precisa ser reforçado, principalmente com empréstimos.

É impossível prever qualquer coisa que seja para um time que ainda não tem um treinador, nem um estilo de jogo. Os tempos de bonança parecem ter acabado no Wednesday, e o sucesso do rival deixou todos com dor de cotovelo. O Wednesday, pra começar, precisa voltar a fazer com que Hillsborough seja uma fortaleza. E, principalmente, acertar o mais rápido possível com o seu treinador - bons nomes estão no mercado, como Chris Hughton e Nigel Adkins. É hora de agir.

Provável (provável mesmo!) time para a temporada (4-4-2): Westwood; Odubajo, Lees, Borner, Palmer; Lee, Reach, Bannan, Harris; Forestieri, Fletcher.

Previsão Championship Brasil: Meio da tabela


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