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Por Edmar Assis e Danilo Moraes. Tecnologia do Blogger.

Artilharia

Postado por : Edmar Assis 16/01/2015


Já falamos por aqui várias e várias vezes sobre o que é o clássico Derby County v Nottingham Forest, que para boa parte da Inglaterra. Neste sábado, o troféu Brian Clough volta a estar em disputa, às 10h15, no IPro Stadium, mas dessa vez com os rivais em situações bem distintas. No primeiro turno, ambos brigavam lá em cima, e o travado jogo terminou em 1-1. Hoje, o Derby lidera junto com o Bournemouth, enquanto o Forest está em queda livre, em 13º, há 7 jogos sem vencer. Mas, dessa vez, vamos falar mais especificamente de Brian Clough, a personificação do clássico, o maior treinador que a Inglaterra jamais teve! 

(Texto completo e imagens redigidos pelo excelente portal Nação Bola. Nenhuma palavra foi alterada)

A LENDA

No seu tempo, era considerado arrogante. Prefiro pensar que ele tinha uma personalidade autêntica. Era polêmico, sarcástico, ÚNICO…

Como jogador, teve sua carreira precocemente encerrada por uma lesão no joelho, mas que abriu a oportunidade para que ele iniciasse outra, na qual se tornou uma lenda. O futebol inglês o conheceu como um jovem ambicioso, e anos depois, o reconheceu como um daqueles homens que se tornam uma lenda, que deixam o nome para sempre gravado na história.

Brian Clough, em momento “família” com os filhos, Simon e Nigel.

Seu nome, Brian Howard Clough.

Nascido em Middlesbrough, foi o sexto filho de uma família de nove irmãos. Na sua infância, tinha paixão por dois esportes. O críquete e o futebol. Deixou de estudar aos 15 anos, indo trabalhar numa indústria química. Sonhava em ser um jogador. Após prestar o serviço militar na RAF (Royal Air Force), entre 1953 e 1955, ingressou ao time da sua cidade, o Middlesbrough. O temperamento singular já existia, como mostra um episódio, de certa forma cômico. Após um empate por incríveis 6-6 contra o Charlton Athletic, ele de forma sarcástica, dirigiu-se aos seus companheiros de equipe perguntando quantos gols precisariam ser feitos para que o time pudesse ganhar um jogo.

Com a camisa do Middlesbrough. 197 gols marcados pela equipe.

Jogou duas partidas com a camisa do English Team, em outubro de 1959. Contra País de Gales e Suécia, sem marcar gol. Nessa época, desenvolveu boa amizade com o goleiro do Middlesbrough, um certo Peter Taylor, que posteriormente seria seu assistente em vários clubes. Começou ali, no Boro, enquanto eram atletas, uma amizade que seria o início de uma grande parceria. Só que em 1961, após inúmeros pedidos pessoais de transferência, Clough deixou o Middlesbrough. O Sunderland pagou por ele algo em torno de cinquenta e cinco mil libras. 

Deixou o clube da cidade natal com a expressiva marca de quase duzentos gols marcados. Apesar de continuar fazendo muitos gols, a passagem dele pelo Sunderland acabou sendo curta, devido a uma grave lesão. No final de 1962, em uma partida com péssimas condições climáticas, com forte chuva e gramado enlameado, Clough se chocou contra o goleiro do time adversário (Chris Harker, do Bury). Teve constatado um rompimento dos ligamentos cruzados do joelho, fato que naquela época, significava o final de carreira para qualquer jogador. Persistente, tentou retornar aos gramados dois anos depois, sem sucesso. Disputou apenas três partidas e ali, com 29 anos, encerrou precocemente sua carreira como jogador. Pelo Sunderland, marcou mais de cinquenta gols. Em números oficiais, atingiu a impressionante marca de duzentos e cinquenta e um gols em duzentas e setenta e quatro partidas. Números surreais e respeitosos, há de se concordar.

No Sunderland, 54 gols e a infeliz lesão que o fez deixar os gramados.

Sem condições de atuar, foi treinar o time juvenil do Sunderland. O próprio Clough chegou a afirmar que o estilo autoritário e disciplinador, características que adquiriu ao se tornar treinador, foram influência de seu dia-a-dia com seu empresário, Alan Brown. Em 1965, o Hartlepools (hoje Hartlepool United, da quarta divisão inglesa) o convidou para assumir como treinador. Tinha trinta anos. Sua reação ao convite foi perspicaz, mas bem ao seu estilo. “Eu não gostei do lugar”, sentenciou. Mas ele assumiu o cargo. Sua única exigência. Que Peter Taylor (nessa época treinador do Burton Albion (hoje também na quarta divisão inglesa) fosse seu assistente técnico.

Clough assumiu um clube onde a situação financeira era tão difícil, que existem relatos onde até o ônibus para conduzir a equipe em jogos como visitante, em diversas vezes foi dirigido por ele próprio. Além disso, chegou a visitar pubs e outros estabelecimentos arrecadando algum dinheiro, com a intenção de manter o clube ativo. Clough e Taylor chegaram a ser demitidos no final de 1966, mas logo foram reintegrados após manobra da diretoria da equipe. Na temporada 1966-67, o Hartlepools alcançou o oitavo lugar na classificação. Motivo de comemoração para um time que ficou entre os dois últimos em cinco das últimas seis temporadas.

Em maio de 1967, a dupla mudou-se para o Derby County, que na época disputava a segunda divisão inglesa e havia conquistado seu último título de expressão no longínquo ano de 1946 (na FA Cup). Vale ressaltar que o legado deixado por ambos no Hartlepool mostrou algum resultado. Na temporada seguinte a saída da dupla, o Hartlepools obteve o acesso à terceira divisão pela primeira vez em sua história. Após um início irregular, começou a moldar a equipe a seu jeito, contratando novos jogadores sob a supervisão de Taylor, e transformou o comportamento do time. Chegaram caras novas como Roy McFarland, John O’Hare, John McGovern, Alan Hinton e Les Green.

Taylor, Clough, Longson e ShacketonPeter Taylor, Brian Clough, Sam Longson (presidente do Derby County) e Len Shackleton.

Do time que recebeu ao iniciar seu trabalho, apenas quatro jogadores permaneceram. Clough produziu um “limpa” até  funcionários internos do clube, mostrando seu cartão de visitas com todas as honras. Uma história “cabeluda” diz que ele chegou a demitir duas funcionárias idosas que serviam chá no clube, pelo motivo destas terem caçoado de uma derrota do time. Atitude autêntica de Mr. Clough (como gostava de ser chamado), concorda?

A dupla Clough e Taylor em momento de reflexão. Parceiros por longos anos!

Mas foi em 1968, com as chegadas de Willy Carlin, e principalmente, do veterano Dave Mackay (na época com 34 anos) que estava temporariamente aposentado e foi uma aposta da dupla Clough-Taylor, o Derby County voltou aos dias de glória. Acumulando um recorde de vinte e dois jogos de invencibilidade, o time venceu a liga da segunda divisão, garantindo um lugar na elite do futebol inglês na temporada 1969-70.

Brian Clough já era nessa época, conhecido por ser um treinador “linha-dura”. Mas era igualmente justo. Exigia de seus comandados um futebol limpo, e repudiava a deslealdade. Tinha capacidade de transformar o andamento de uma partida conforme as situações que ela oferecia. Em sua primeira temporada na elite inglesa, conseguiu levar o Derby County ao honroso quarto lugar, feito que o clube não alcançava desde pelo menos duas décadas. Só que devido a fraudes financeiras, o clube foi banido da Taça UEFA, e ainda multado em dez mil libras.

Na temporada seguinte, o clube não repetiu a boa campanha e terminou apenas em nono. Na temporada 1971-72, com o reforço de Colin Todd (contratado na época pela exorbitante quantia de cento e setenta e cinco mil libras), o Derby entrou no grupo dos candidatos ao título. Clough, na época com 37 anos, levou o time ao título com uma vitória por 1-0 na partida final, contra o Liverpool. O primeiro título inglês do clube em 88 anos de história.

O Derby County campeão inglês em 1971-72.

A partir daquele momento, ironicamente, Brian Clough começaria a enfrentar seus maiores problemas a frente do Derby County. Problemas principalmente com o presidente Sam Longson e com a diretoria do clube. Primeiro, o treinador e o presidente entraram em conflito pelo motivo de Clough se recusar a viajar em pré-temporada, visto que sua família não poderia acompanha-lo. O presidente alegou que aquela não era uma viagem de férias. Peter Taylor viajou com o elenco.

Passado esse episódio, Clough voltou a deixar Longson furioso com a contratação de David Nish. O atleta foi contratado sem consenso e o aval dos conselheiros e do próprio presidente, fazendo que o treinador fosse advertido. Algum tempo depois, Clough criticou duramente a torcida do Derby, após uma partida contra o Liverpool. Foi preciso que o presidente Sam Longson viesse a público pedir desculpas aos torcedores.

Com tantas polêmicas, defender o título foi impossível. E o time terminou a temporada 1972-73 em sétimo lugar. Na Copa dos Campeões da Europa, caiu nas semifinais, perante a Juventus que tinha em seu elenco estrelas como Dino Zoff, Fabio Capello, José Altafini e Franco Causio. E após o jogo de volta, que eliminou o Derby, Brian Clough causou nova polêmica. Dessa vez, ao se recusar a responder as perguntas dos repórteres italianos, a quem chamou de “bastardos trapaceiros”. Aquela seria a última temporada da dupla Clough-Taylor à frente do Derby County. Em outubro de 1973, ambos deixaram o comando técnico do time, em virtude das cada vez mais constantes “quedas de braço” com o presidente Longson.

Posteriormente, treinador e assistente aceitaram a proposta financeiramente convidativa do Brighton, clube que disputava a terceira divisão. Clough ficou ali por apenas uma temporada (1973-74), onde teve resultados discretos. Deixou a equipe na décima nona posição, após uma discussão com Taylor. Dessa discussão veio a separação dos dois, já que Peter Taylor permaneceu no Brighton por mais algum tempo. Ainda em 1974, Brian Clough foi convidado para ser técnico do Leeds United, substituindo Don Revie, que após dezesseis anos de serviços ao clube, aceitara o cargo de treinador da seleção inglesa. Só que a antipatia de Clough pelo Leeds era pública e conhecida. Ao acusar Revie e os jogadores da equipe de serem desleais e praticantes de “jogo sujo”, ganhou instantaneamente a indignação e a indiferença dos mesmos. Confira o tom das palavras aos jogadores logo em sua chegada.

Apresentado em Elland Road, em 1974. Na foto, Brian Clough cumprimenta o presidente do Leeds United, Manny Cussins.

“Vocês podem jogar todas as medalhas que ganharam no lixo, pois para mim vocês as ganharam roubando”. Além disso, acumulou maus resultados e sua estadia em Elland Road durou apenas 44 dias. O fato é que os jogadores do Leeds eram familiarizados com o estilo de Revie, e o de Clough não pegou bem, principalmente aos jogadores mais experientes do grupo. A ausência de Peter Taylor também foi um outro agravante na sua curta passagem por lá. Venceu apenas uma partida em sete disputadas. Foi sua pior experiência como treinador de um clube de futebol.

Quatro meses depois do fim de sua decepcionante passagem pelo Leeds, aceitou a proposta para dirigir o Nottingham Forest, da segunda divisão. Trouxe alguns de seus antigos homens de confiança do rival Derby, como John McGovern e John O’Hare, ajudando o time a escapar do descenso para a terceira divisão ao fim da temporada 1974-75. Na temporada seguinte (1975-76), melhorou o desempenho, mas não conseguiu promover o clube à primeira divisão, terminando na oitava posição. Faltava alguma coisa. Faltava alguém. E era ele, Peter Taylor.

Para a temporada 1976-77, Taylor retornou. Havia deixado o comando do Brigthon & Hove Albion, e era novamente o assistente de Brian Clough. Em sua primeira temporada juntos no City Ground, conduziram o Nottingham Forest ao terceiro lugar, garantindo a ascensão do clube à primeira divisão. A esta altura da carreira, Clough se tornara digamos, mais autocrítico. Aparecia menos na mídia atirando contra seus inimigos, e era mais tenro em seus comentários. Mas há quem diga, que conheceu nessa época um outro grande adversário. O alcoolismo.

Na primeira temporada do Nottingham Forest na divisão principal da Inglaterra, apareceram os maiores louros da dupla em uma única temporada. E repito, logo na primeira temporada do Nottingham Forest na elite! Após um empate por 0-0 com o Liverpool na final da League Cup, em Wembley, foi necessária a disputa de nova partida, dessa vez no Old Trafford, em Manchester. Com um gol de pênalti, marcado por John Robertson, o Forest venceu por 1-0 e conquistou o primeiro título da equipe naquela temporada. Fique atento, apenas o primeiro!

Porque também no campeonato inglês, o time conquistou o título numa campanha brilhante, terminando sete pontos à frente do segundo colocado, o mesmo Liverpool. É preciso destacar a força coletiva daquele time, que apesar de possuir um elenco mediano, chegou a aplicar 4-0 no Manchester United, em pleno Old Trafford. Esse título rendeu a Brian Clough uma marca pessoal. Ele foi o primeiro técnico desde Herbert Chapman (entre 1920-1930) a conquistar o título inglês por duas agremiações diferentes (posteriormente Tom Watson e Kenny Dalglish também alcançariam esse feito…). Finalizando a temporada, conseguiu ainda o título da Charity Shield (atual Supercopa da Inglaterra), impondo uma goleada por 5-0 sobre o Ipswich Town

No Nottingham Forest de 1978-79. Campeão europeu com um clube até então, desconhecido..

Com o reforço do atacante Travor Francis (contratado junto ao Birmingham por um milhão de libras), o Nottingham Forest partiu para a temporada 1978-79 disposto a vencer tudo o que disputasse. Porém, há uma curiosidade interessante sobre a negociação de Francis. A UEFA segundo suas regras na época, impôs ao Forest que Francis teria de ficar três meses sem jogar partidas válidas por competições europeias. Curiosamente, só pôde disputar a final. Mas toda a espera valeu. Ele marcou o gol do título sobre o Malmö FF, da Suécia, na final disputada em Munique. O time havia passado anteriormente pelo Liverpool, pelo AEK Athens, pelo Grasshopper (Suíça) e pelo FC Köln, da Alemanha. Conquistou ali, o maior título de clubes da Europa, coroando um trabalho iniciado cinco anos antes. Da segunda divisão inglesa, em 1975, para campeão europeu de clubes, em 1979. Realmente uma evolução digna de comemorações. Naquele ano ainda venceu novamente a Copa da Liga inglesa, derrotando o Southampton por 3-2. Ainda deu tempo de conquistar a Supercopa Europeia, em cima do poderoso Barcelona.

E se você pensa que parou por aí, se enganou! Na temporada seguinte (1979-80), Clough levou o Forest a sua terceira final consecutiva da Copa da Liga. Porém, desta vez o time sucumbiu e foi derrotado por 1-0 pelo Wolverhampton Wanderers. No campeonato inglês, o time terminou na quinta colocação, mas ainda teve motivos para festejar. Pela disputa da Copa dos Campeões da Europa, onde defendia o título da edição anterior, passou por Öster (Suécia), Arges Pitesti (Romênia), pelo Dínamo de Berlim (Alemanha Oriental) e pelo Ajax, da Holanda, na semifinal. O adversário na decisão disputada no Santiago Bernabéu, em Madrid, seria o Hamburgo. O time alemão era um dos mais fortes do país e havia despachado na semifinal o Real Madrid, com direito a uma goleada por 5-1 no jogo que deu ao time a vaga na grande final. Kevin Keegan, astro do futebol inglês e ídolo do Liverpool, era jogador do Hamburgo naquela época.

Bicampeão intercontinental. Só o Milan de Van Basten, quase dez anos depois, conseguiria repetir o feito de forma consecutiva.

Mas o Nottingham Forest já era um time respeitado naquele momento. Podia enfrentar qualquer time do continente de igual para igual. A base que tinha Peter Shilton, Martin O’Neill e o trio escocês formado por Archie Gemmill, John Robertson e Kenny Burns estava disposta a faturar o título pela segunda vez. Em um jogo bem disputado, Robertson fez o gol que garantiu aos ingleses o bicampeonato. Clough, Taylor e seus comandados escreviam de forma definitiva, seus nomes na história do futebol inglês.

Coincide com o início do declínio de Brian Clough, o término de sua parceria com Peter Taylor, em 1982. A partir dali, nem o Nottingham Forest, nem Brian Clough obtiveram mais louros. Esse jejum durou até 1989. Naquele ano, o time venceu novamente a Copa da Liga, ao bater por 3-1 o Luton Town. Em 1990, repetiu a façanha, com o 1-0 sobre o Oldham Athletic. Em 1991, o time foi derrotado pelo Tottenham Hotspurs na final da FA Cup. Foi a última decisão que Brian Clough esteve em campo.

Anos mais tarde, com o elenco que ganharia por duas vezes seguidas, a Copa da Liga Inglesa (1988-89 e 1989-90).

Na temporada 1992-93, a primeira da Premier League, veio a despedida do técnico. Com o clube em crise, e com Clough cada vez mais envolvido em problemas com o alcoolismo, não poderia haver um final mais triste para aquela parceria. Após uma derrota por 2-0 para o Sheffield United, o Nottingham Forest foi rebaixado após dezesseis anos na primeira divisão. E Brian Clough também anunciou sua aposentadoria. Deixava para trás uma carreira de quatrocentas vitórias em cerca de novecentos jogos. Seguiu por mais alguns anos trabalhando como colunista da revista Four Four Two.

Após um transplante no fígado, passou a ter a saúde debilitada e em 2004, aos 69 anos, faleceu vítima de um câncer. Em sua homenagem existem estátuas com sua imagem nas cidades de Middlesbrough e em Nottingham. E em Derby há outra, esta homenageando também Peter Taylor. O trecho entre as cidades de Derby e Nottingham da rodovia inglesa A52 foi renomeado como Brian Clough Way.

Rodovia A-52, rebatizada com o nome de “Brian Clough Way” no trecho entre Nottingham e Derby.

Um de seus filhos, Nigel, seguiu seus passos, já foi técnico do Derby por alguns anos, e hoje é técnico do Sheffield United. Deve ser algo hereditário, imagino. Ou quem sabe, o legado do pai…

MATCH FACTS

O Derby vem de grande vitória fora de casa contra o Ipswich, em jogo crucial pelo acesso. Os Rams foram a 48 pontos, e empataram na liderança com o Bournemouth. O time chega embaladíssimo pro clássico, com 3 vitórias seguidas e sem tomar gol em nenhuma delas, e quer reviver o jogo da temporada passada no IPro Stadium, onde o Derby fez um dos melhores jogos recentes de sua história, e goleou impiedosamente por 5-0, com hat-trick de Craig Bryson. Para o clássico de amanhã, o volante John Eustace está fora, suspenso, então Omar Mascarell e Craig Bryson brigam pela posição de titular ao lado de Hendrick e Hughes. O recém-contratado Stephen Warnock ainda está machucado, assim como o volante George Thorne, que voltou aos treinos após NOVE meses lesionado, mas ainda aprimora a forma física. O atacante Jordon Ibe voltou ao Liverpool após o fim de seu empréstimo e fará MUITA falta.

Já o Forest... a fase ruim pelos lados da Floresta de Sherwood não acaba de jeito nenhum. São 7 jogos sem vencer e 3 derrotas seguidas, com 8 gols sofridos e apenas um marcado. Pra piorar, o principal artilheiro do time, Britt Assombalonga, é dúvida pra amanhã com lesão no quadril. Além disso, Michael Mancienne, Matty Fryatt e Andy Reid estão machucados e não jogam, enquanto Dexter Blackstock e Danny Fox são dúvidas. O já pressionado técnico Stuart Pearce afirmou que o Derby é favorito, mas confia na equipe que mandará à campo.

  • O Forest venceu apenas um dos últimos sete encontros. Sua única vitória desde 2011 foi por 1-0 em casa, em setembro na temporada passada.
  • Eles ganharam apenas um dos últimos 12 encontros em Derby por todas as competições. Sua única vitória lá desde 1994 foi por 1-0, em Janeiro de 2011.
  • O Derby está invicto em seus últimos cinco jogos, vencendo os quatro últimos. Sua última derrota foi por 3-1 sobre o Chelsea na Capital One Cup, em dezembro.
  • Eles ganharam quatro dos últimos cinco jogos em casa na Championship. Sua última derrota em casa foi um 2-1 contra o Wigan, em 25 de outubro.
Provável Derby


Provável Forest 



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