Classificação

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Por Edmar Assis e Danilo Moraes. Tecnologia do Blogger.
Postado por : Unknown 24/08/2014

Michail Antonio

No City Ground, o Nottingham Forest entrou em campo buscando a manutenção da liderança e da boa fase contra o Reading, que vem de uma fraca atuação em casa que resultou na surpreendente derrota para o Huddersfield. As duas equipes entraram em campo muito desfalcadas para o confronto, mas ao contrário da última temporada o Forest parece ter um elenco mais recheado, onde os jogadores suplentes conseguem manter o nível de atuação dos titulares, e sempre com o controle das ações construiu uma importante goleada sobre os Royals, que sentiram o peso dos desfalques principalmente no meio de campo, muito desfigurado, com jogadores que normalmente seriam apenas opções de banco e apressando a utilização do reforço Norwood que chegou na quinta-feira.

Os primeiros minutos foram tranquilos com as duas equipes se estudando e tentando pouco no ataque, até que aos 16', em jogada iniciada por Assombalonga que tocou para Burke ir na linha de fundo e cruzar na cabeça de Antonio (ex-jogador dos Royals) cumprimentando o goleiro Federici com um cabeceio alto e forte no meio do gol abrindo o placar, 1-0 para o Forest. O gol fez a partida ficar mais movimentada na etapa inicial com o Forest tendo uma boa chance de ampliar aos 33' em cabeça de Fox defendida pelo goleiro dos Royals, e o Reading chegando com chutes de fora da área e com uma chance clara perdida por Cox aos 45+1' em finalização dentro da grande área que saiu a esquerda, perdendo a oportunidade dos Royals irem para o intervalo com o jogo empatado.

No segundo tempo o Forest veio contudo para cima do Reading, disposto a matar o jogo o quanto antes: logo aos 47' em jogada de linha de fundo de Hunt, que pouco apoiou no primeiro tempo, a zaga dos Royals parou e a bola achou a Antonio, livre no segundo poste, que finalizou no cantinho esquerdo ampliando a vantagem 2-0 para os Reds, fazendo seu segundo gol contra seu ex-clube. A pressão dos donos da casa continuou e apenas seis minutos depois aos 54' chegou aos 3-0 em jogada do "infernal" Antonio, que cruzou na medida para Fryatt cabecear sem chances para Federici. O Forest dominava completamente o jogo, Antonio era um verdadeiro inferno para a zaga dos Royals, Fryatt fez seu primeiro gol pelo clube, mas faltava alguém deixar a sua marca, ele o jogador mais caro da história do Forest: o artilheiro da Championship finalmente conseguiu deixar a sua marca no jogo, aos 64' após cobrança de escanteio em incrível bate-rebate dentro da área, onde Antonio e Fryatt tiveram os seus chutes bloqueados, a bola sobrou para Assombalonga que chutou e correu para o abraço fechando o placar em 4-0.

Resultado muito importante para o Forest que manteve a liderança agora de forma isolada, mostrando atuações convincentes e com um ataque muito poderoso, não à toa o melhor até o momento com dez gols em quatro jogos, os Reds do técnico Stuart Pearce, apesar das várias contratações recentes e de alguns desfalques importantes do meio para trás como Lansbury e Wilson, tem um time sólido, ofensivo e surpreendentemente entrosado. Os Royals, que antes do inicio da Championship eram um dos grandes pontos de interrogação, vão demonstrando esta instabilidade neste começo de trajetória. Muito atrapalhado pelas lesões, o time do técnico Nigel Adkins vai se virando como pode, apesar de ter um time-base bom, mostra que não tem um elenco que forneça peças de reposição adequadas em circunstancias como as atuais.

Millwall decepciona e perde em casa após 12 jogos

Ben Pringle


No The Den, confronto entre o invicto e surpreendente Millwall, que em casa não perdia desde 25 de março ou doze jogos neste período, e o recém promovido Rotherham que faz campanha mediana mas dentro das suas pretensões de evitar o rebaixamento. Em jogo muito disputado onde o Millwall teve mais a posse da bola mas foi muito pouco efetivo no ataque, ao contrário dos jogos anteriores, o Rotherham derrubou a invencibilidade de quase seis meses dos Lions com um gol no começo do segundo tempo e consegue se manter com uma razoável folga da zona da degola.

Os Lions do técnico Ian Holloway foram para o jogo com a volta do veterano centroavante Fuller e apostando como de costume no seu jogo duro e muito físico, no começo do jogo efetuou alguns chutes de fora da área sem tanto perigo, com a sua principal chance de gol aos 15' após cruzamento de Martin, Fuller cabeceou com perigo à direita do gol de Collin. O jogo durante a primeira etapa seguiu assim com tentativas frustadas em chutes de média e longa distância das duas equipes e a melhor chance do Rotherham, e do jogo, ocorreu aos 43' em cobrança de escanteio a bola parou nos pés de Taylor que chutou à queima roupa para grande defesa do goleiro Forde, no rebote Revell livre sem goleiro conseguiu chutar para fora.

O segundo tempo começou mais quente logo aos 48' o cruzamento de Taylor achou Pringle livre no segundo poste para completar para o gol e abrir o placar, 0-1 para o Rotherham em pleno The Den. Imediatamente o Millwall mexeu no time colocando o atacante Gueye em lugar do volante Wright, partindo para cima em busca do empate. Aos 64', Fuller perdeu boa chance em cabeçada dentro da pequena área que se perdeu por cima do gol do Rotherham. Apesar de toda a pressão, mais psicológica e no abafa do que chances reais criadas, esta foi uma daquelas tardes em que por mais que o Millwall tentasse nada viria a dar certo e foi o que aconteceu.

O técnico Ian Holloway encontrou uma forma de jogar para o Millwall que agrada a torcida pelo seu jogo físico, duro e de muita superação, tem um bom padrão defensivo tomando poucos gols, mas vai ter muito trabalho se o ataque continuar a ser pouco eficiente, como foi dito pelo próprio técnico na entrevista de pós-jogo. Quanto aos Millers do técnico Steve Evans, apesar de ter perdido seu principal jogador e artilheiro Kieran Agard, vendido ao Bristol da League One (3ªDiv.), fazem uma boa campanha dentro das suas possibilidades "cometendo seus crimes" e somando pontos importantes que certamente poderão ser a diferença entre a permanência ou rebaixamento no fim da temporada.



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